Domingo, 3 de Agosto de 2008

O caso dos transplantes no RJ!!!!

 

Carta de apoio.

 

 

Meu nome é Renato Marques Alvim Neto.

 

Sou transplantado de fígado e realizei minha operação de transplante há seis

Anos atrás.

 

No Hospital Unuversitário Clementino Fraga Filho – Ilha do Fundão.

Sofri durante seis anos antes do transplante com a cirrose hepática que aos poucos destruía meu fígado e a mim mesmo.

 

Durante todos esses anos, doze ao todo, tive a grata oprotunidade de conhecer a Dra. Samantha Basto, médica hepatologista especializada em transplantes de fígado doReferido hospital.

Em todos esses anos a doutora Samantha mostrou-me seu excelente caráter, sua

Incansável dedicação e amor aos pacientes.

Tratando a todos com carinho, gentileza que se percebe ao soimples convívio com ela e dedicação.

Sempre com um lindo sorriso, irradiava força, fé e otimismo nos seus pacientes.

Tratando a todos com extrema competência – inegável como todos sabem – e equanimidade.

Sou também funcionário público, profesor.

Apesar de meus incansáveis esforços em prol da formação de meus alunos, já fui vítima de denúncias total e comprovadamente infundadas de parte de alunos

relapsos e indisciplinados.

Obviamente tais impostores foram devidamente desmascarados por seus próprios colegas.

Como então acreditar em qualquer acusação que macule a imagem desta profissional de ilibada conduta?

O que poderia justificar isto?

A ínica análise que posso fazer é a seguinte : vivemos num país com noventa milhões de analfabetos funcionais.

Incapazes de entenderem corretamente o que lêem.

Isso inclui inclusive profissionais de noss imprensa falada e escrita.

Exemplos não me faltam e posso dá-los a qualquer instante.

É só ser solicitado atal.

Como todos que estão de maneira ou outra envolvidos no processo de transplantes de órgãos, mudaram recentemente as regras para o atendimento dos pacientes no que respeita à

Prioridade operatória.

Quase faleci pois infelizmente à minha época ainda vigia a antiga regra da rioridade por ordem de chegada, entrada na fila nacional de transplantes.

Minha operação durou dezenove horas, fiquei trinta dias no CTI sendo que nos primeiros dezessete dias sem chance alguma de sobrevivência.

Fui operado pelo Dr. Joaquim, um gigante entre gigantes de competência, um emérito salvador de vidas, também ecusado nos recentes processos sobre transplantes no HUCFF.

O atendimento clínico ficando a cargo da Dra. Samantha e Dr. Vilson entre outros já não mais pertencentes À valorosa equipe do hospital.

Graças a eles, hoje levo uma vida normal, sem sequelas ou problemas.

Samantha sempre me atendeu a qualquer dia e hora.

Dias úteis, fins-de-semanas ou feriados.

Com a mesma atenção, dedicação e carinho.

Incansável, firme, trnsmitindo tranquilidade paz a seus inúmeros pacientes.

Como admitir que alguém a acusasse?Ou os acusasse?

Única hipótese restante : a incompreensão das regras e critérios por parte de pessoas alheias ao processo.

Que sabem elas de “fígado marginal”, um órgão em estado não tão bom mas que pode emergencialmente salvara vida de quem não ainda houvera tido a chance de um órgão?

Das regras estabelecedoras da prioridade hoje vigente?

Suas fórmulas matemáticas que fornecem subsídios aos julgamentos de precedência?

Um parente ou amigo desesperado ante a iminência da perda de seu ente querido, incapaz de um julgamento isento é perfeitamente capaz de interpretar uma lídima precedência como

favorecimento.

Um prato feito para a imprensa ávida de sensacionalismos.

No país onde banqueirso sabidamente corruptos permanecem livres das penas cabíveis,

Onde a lei que se aplica a um não é igualmente aplicada a outro dependendo de sua influência ou conhecimentos nos meios políticos, passamos a condenar ou prender

Aqueles que têm contra si apenas o fatos de salvarem vidas.

Enquanto os políticos genocidas que dilapidam o erário em seu próprio proveito

Desfilam sorridentes e impunes podendo inclusive serem novamente candidatos!

Não é segredo a celeuma do STJ quanto À permissão para que pessoas envolvidas em crimes comuns, da justiça comum, possam se candidatar a cargos públicos.

Alguém consegue negar tais surrealismos?

A inoperância  da polícia em certos casos (em geral proibida até de investigar!) e a sabida e inegável morosidade da Justiça (???) no que concerne aos julgamentos dos ricos e poderosos fazendo com que realmente vivamos não numa democracia mas sim num regime de exceção.

Para onde iremos se prendemos os cidadãos de bem, salvadores de vidas, de incontáveis vidas e deixamos livres os verdadeiros marginais de brancos colarinhos?

Motivações de ordem política?

Lembro que à minha época houve um longo período onde não se conseguia captar órgãos.

O diretor do Rio-Transplantes, órgão responsável por tais captações era um...político.

Finalmente num raro rasgo de prevalecimento do bom-senso nesse país trocaram o diretor juatamente por quem?

O Dr. Joaquim.

Milagre!!!!!

OITO transplantes foram realizados no mês...

 

Creio em breves palavras ter expresso dignamente meu total e irretrito apoio à Dra. Samantha Basto, ao Dr. Joaquim e a todos de sua valorosa equipe de cirurgia e aos clínicos do setor..

Grato pela atenção,

 

Subscrevo-me

 

Renato Alvim.

 

 

 

estado de espírito: Revoltado!
música correlata: Mentiras
publicado por renatoalvim às 14:16
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